O FAROFA CARIOCA foi criado em março de 1997, com base numa cooperativa-musical. Todos os seus 6 integrantes eram donos e atuantes do grupo musical. Seu primeiro show aconteceu no dia 13 de abril daquele ano, no Largo das Neves - Santa Teresa. Em maio de 98, a banda assinou contrato com a Polygram, hoje Universal, que produziu o álbum "Moro no Brasil", ainda no catálogo "ativo" da gravadora.

Surgiu originalmente com formação básica de samba, cavaquinho, violão, tantan, congas/ bongô e flauta, somada ao "groove" do baixo.

Hoje, também conta com os auxílios luxuosos da bateria, da guitarra , do sax e do trompete. Na construção de suas músicas têm parcerias importantes com Marcelo Yuka em "A Carne", Walace Jeferson - "Moro no Brasil" e de Jovi Joviniano - "Doidinha Pra Têr Neném". Em 1998 participou como destaque na 13a. edição do Free Jazz (Rio, São Paulo e Porto Alegre), foi finalista do prêmio "MultiShow"- Net em 99, com o voto do público, na categoria de "Banda Revelação" e, ainda no mesmo ano, figurou no seletivo "Abril-ProRock-99" (Recife).

Produziu trilhas musicais para programas da Nickelodeon-América Latina; as músicas "Bebel", "Doidinha" e "Jacaré", de autoria da banda, estão nas trilhas sonoras dos filmes de longa metragem "A Partilha", de Daniel Filho e "Sexo, Amor e Traição", de Jorge Fernando; Na TV, "Moro no Brasil" fez parte da trilha do seriado "Mulher". O FAROFA CARIOCA procura sempre se manter conectado às suas origens através de trabalhos sociais desenvolvidos em várias comunidades carentes cariocas, repassando o ofício da música como alternativa digna de inclusão social. Em virtude disso no ano de 2007 recebeu homenagem da Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira, pelo trabalho realizado em prol da cultura popular e do samba carioca.